No dia 3 de fevereiro, o Conselho Federal de Medicina (CFM), aprovou a resolução número 2.227/2018, que passou a permitir consultas, diagnósticos e até cirurgias a distância, tanto no SUS quanto na rede privada. A aprovação da resolução foi motivo de borborinho, pois o tema ao longo dos últimos anos tem gerado polêmica, pois teoricamente as práticas abrem possibilidades de redução de custos e aumento de eficiência.

Ao longo; de fevereiro, a telemedicina virou tema de diversas reportagens. Mas, nesta terça-feira, tudo deve voltar a ser como antes. A resolução que regulamenta a telemedicina será oficialmente revogada nesta terça-feira (26), em uma sessão plenária extraordinária do Conselho Federal de Medicina, em Brasília.

Com isso, até aprovação do novo texto — que será elaborado a partir de propostas encaminhadas pelos médicos e pelas entidades médicas —, a telemedicina ficará subordinada aos termos da resolução CFM número 1.643/2002, que não permite teleconsulta, telediagnóstico, telecirurgia, teletriagem, telemonitoramento nem teleconferência de ato cirúrgico. No entanto, em caso de emergência, o médico pode emitir laudo a distância e prestar suporte diagnóstico ou terapêutico.

Fonte: Revista Exame